segunda-feira, 25 de março de 2013

Filme maldito de WILLIAM FRIEDKIN será relançado.

- Diretamente do FilmeB -


Comboio do medo (Sorcerer), filme que William Friedkin realizou depois do enorme sucesso de O exorcista, será restaurado e relançado em todas as mídias – incluindo cinema e blu ray. Com orçamento de US$ 22 milhões, considerado bastante alto para a época, o longa chegou aos cinemas em 1977, mas arrecadou apenas US$ 12 milhões nas bilheterias, praticamente encerrando a carreira do cineasta junto aos grandes estúdios. Hoje, é cultuado pelos fãs do cineasta. A versão restaurada de Comboio do medo deverá ter sua première mundial no próximo Festival de Veneza, em setembro.

WRONG! - Uma vibração de Charlie Kaufman com cheiros de David Lynch!



WRONG! Uma viagem alucinógena e surrealista empreendida por um cara que perde o maior amor de sua vida: seu cachorro! A partir daí, tenta fazer com ele algum contato metafísico.... O que acontecerá?



domingo, 24 de março de 2013

Ainda sinto saudades da Hebe Camargo pelo menos uma vez por dia...


Hoje meu amigo Guilherme Almeida publicou no facebook uma singela saudade da Hebe Camargo e eu que não podia perder a viagem disse de todo coração que ainda sinto saudades da Hebe uma vez por dia.  E o colega de face Heber Troy publicou que “Adoro esse dvd. Dá vontade de chorar na música com a Paula Fernandes.”- Então que eu fui buscar e não são só as duas, mas a música e a poesia belíssima do Almir Sater: “Tocando em Frente”-

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz


Uma montanha de ZUMBIS...!

O que acontecerá?


Feliz aniversário KING KONG!



KING KONG, de Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack completa 80 anos. Há reputações quem nem o tempo, nem o CGI, nem Peter Jackson, nem Jessica Lange e Naomi Watts, nem o Oscar de efeitos visuais conseguem arranhar! Congratulations!


BIZARRO!

O que acontecerá?

ÀS VEZES É PRECISO SAIR NO TAPA...


Dia desses eu estava pronto para dormir quando, início da madrugada, o GNT começa a exibir um documentário que me fez abandonar o sono e grudar frente à televisão: “Stonewall Uprising/A Revolta de Stonewall”, de 2010, dirigido por Kate Davis e David Heilbroner. Apesar do conteúdo histórico e polêmico, o filme não estourou nas paradas, talvez até, por um certo ar sisudo que rouba-lhe a fluidez e dá à narrativa um excessivo didatismo. Mas isso não tira a importância do conteúdo, nem a força de narrar com depoimentos, fotos e algumas imagens, um acontecimento que deu outro rumo às relações entre os homossexuais e a sociedade americana. Em algum momento alguém diz uma frase importante: “às vezes a radicalidade e o confronto são necessários!” Pode parecer um conselho perigoso, mas o silêncio e a passividade tendem a favorecer os reacionários, principalmente os que usam o preconceito e a ignorância como instrumento de poder e manipulação dos corações e mentes. Em junho de 1969, como era de costume, a polícia fez uma batida no bar gay “Stonewall” em Nova Iorque. Cansados da humilhação, do desrespeito e da violência, os frequentadores partiram para o confronto. Uma “guerra” que durou três dias e que obrigou a sociedade americana a repensar os direitos humanos e equalizar o verdadeiro sentido da democracia. O documentário surpreende ainda com revelações assustadoras do sistema repressivo e da absoluta condição marginal a que eram obrigados os homossexuais em seu próprio país.  Vivendo um caos de medo e susto, os homossexuais eram apenas um grupo oprimido tentando viver sua vida nas frestas da sociedade, sempre à margem da lei, onde um simples beijo era considerado crime. A partir do acontecimento inusitado de “Stonewall”, um sentido de organização e política emergiu da “guerra” e então que a sociedade americana pode dar passos à frente e, realmente, repensar sua postura medrosa e reacionária. STONEWALL UPRISING é fortíssimo e apaixonante em sua sinceridade e dá uma boa ideia do quanto é preciso gritar, lutar e amar para, livremente, respirar sua própria vida.